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quinta-feira, 6 de junho de 2013

05 Dicas para ajudar o seu filho a largar a chupeta

Dicas para seu filho largar a Chupeta



Boa tarde pessoal. Demorei um pouco para escrever, mas estou de volta. Prometo que os posts serão mais frequenta de agora em diante.
Trago como tema algo muito importante. A dolorida hora de larga a chupeta. É fato que a chupeta tras uma certa tranquilidade a nós pais, ainda mais naquele momento em que os filhos estão na fase "quero dormir".
Mas para o bem dos nossos filhos, precisamos estimula-los a largar a chupeta o mais rápido possível, pois isso pode acarretar em má formação na arcada dentária e problemas de dicção. Fica a dica.
Abaixo uma matéria feita em 2011 pela Revista Crescer com pediatra do Hospital Samaritano, Carlos Alberto Landi. Aqui ele indica 05 dicas interessantes para ajudar o seu filho a largar a chupeta.

Boa semana a todos e aproveitem a leitura.

@paideprima


Principalmente depois dos 3 anos, a chupeta é algo que não deveria mais fazer parte da vida das crianças nessa fase. O que fazer, então, se ela continua – firme e forte – na sua casa? Chegou o momento-limite de acabar com esse hábito, para o bem de seu filho. "A boca não foi feita para ficar tampada. A chupeta ocupa um lugar que deveria ficar vazio", afirma a fonoaudióloga Flávia Ribeiro, do Hospital São Luiz, em São Paulo. O uso da chupeta não é recomendável nem para dormir. Dependendo da duração e da intensidade com que a criança usa a chupeta, poderá ter a mordida aberta (quando a língua entra no espaço entre os dentes, dificultando a pronúncia das palavras). "Além disso, há o risco de ocorrer uma alteração na arcada dentária", alerta Flávia. Os pais têm de ensinar o filho a pegar no sono com a boca livre. É preciso determinação na retirada: saber que está fazendo a coisa certa e o filho é forte e vai suportar a perda. "As crianças adoram ouvir histórias antes de dormir. Aproveite esse momento, quando elas se envolvem nos enredos fantásticos, desligam-se e adormecem para ‘esquecer’ a chupeta", orienta a especialista. 
Abaixo, você confere 5 dicas para ajudá-la nesse processo:
1. TENTE AOS POUCOS Reduza o tempo que ele fica com o acessório, espaçando os intervalos. É uma forma de ele começar a se desacostumar. 

2. FORA PRENDEDOR Se costuma usar a chupeta presa na roupa, tire o prendedor já! O uso excessivo provoca danos na musculatura oral, que não é fortalecida de forma adequada. A arcada dentária também pode ficar deformada. 

3. FAÇA UMA TROCA 
No caso de bebês, substitua a chupeta por algo de que ele goste ou pelo qual se interesse e que possa ser colocado na boca. 

4. GOSTO RUIM 
Deixe a chupeta estragar. Segundo os médicos, a criança vai perdendo o interesse porque o “gosto bom” acaba. 

5. MARQUE O DIA 
Combine um dia oficial para tirar a chupeta de vez. E não volte atrás. Senão ele vai entender que, sempre que quiser, você vai devolvê-la. 

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Cinco Mitos sobre a paternidade




Mitos e verdades

Se você é como a maioria dos pais de primeira viagem, deve estar com algumas idéias na cabeça um tanto equivocadas sobre o significado da paternidade. Esses conceitos são baseados em experiências com seu próprio pai e em atitudes que você acredita serem esperadas pela sociedade. Infelizmente, há poucos recursos disponíveis para ajudar os homens a processar tais assuntos ou para colocar tantos mitos em xeque. Mesmo assim, quanto mais você examinar e buscar entender suas expectativas sobre a paternidade, mais chances terá de se tornar o pai que deseja.

Talvez o maior dos mitos seja o de que há apenas uma definição do que é ser um "bom pai". A questão é que a paternidade não é nenhuma entidade imutável. Você tem o poder de fazer dela o que quiser para atender às suas necessidades, assim como as da sua família. E o melhor de tudo é que tem tempo para isso. Da gestação aos primeiros anos de uma criança, os homens mudam e desenvolvem uma identidade única como pais. Veja a seguir outros cinco mitos sobre a paternidade e a verdade escondida por trás deles.

Mito 1: Só os sentimentos da gestante é que contam

As incríveis mudanças no corpo de sua parceira durante a gravidez e os preparativos para o parto podem fazer com que se acredite que somente os sentimentos dela importam neste momento. A preocupação com o bem-estar físico e mental da mulher na gravidez é importante, assim como depois que o bebê nascer, o que não quer dizer que os sentimentos do pai não sejam também.

É mais fácil para um futuro papai falar todo animado sobre os aspectos positivos das mudanças que vêm pela frente. Bem mais complicado é dar voz à inevitável sensação de temor e apreensão. Será que vou desmaiar na hora do parto? Será que vai haver alguma complicação? Será que nosso relacionamento vai mudar? Será que a chegada de um filho não vai atrapalhar minha carreira?

É importante que sua parceira saiba dos seus receios. Muitos pais não compartilham medos sobre a gravidez e a chegara do bebê com as mulheres para poupá-las de mais preocupação. A verdade é que a maior parte das mulheres
quer esse tipo de interação. Conversas sinceras e abertas só vão aproximar vocês dois.

Não deixe também de conversar com amigos que estejam passando ou já tenham passado pela experiência.

Mito 2: Recém-nascidos não precisam dos pais

A forte ligação entre sua parceira e o bebê, especialmente se ele estiver mamando no peito, poderá deixar você se questionando se afinal de contas vai servir para alguma coisa. Saiba que sim. Você é uma pessoa importante na vida do neném e traz conforto e segurança a ele. Para criar um vínculo especial com seu filho, segure-o no colo, nine-o, converse com ele ou cante uma música -- só espere para fazer isso depois das mamadas, assim a atenção dele será total. Além de ter momentos especiais com o bebê, você também estará ajudando a dar um tempo para sua parceira descansar e recuperar as energias depois de amamentar.

Você pode ajudar a alimentar o bebê se sua parceira
ordenhar o leite para colocar em uma mamadeira ou copinho, ou se vocês, junto com o pediatra, tiverem decidido complementar a alimentação com fórmula láctea.

Mito 3: Homens não sabem cuidar de bebês

Esta é uma grande mentira que impede pais de terem uma relação próxima com os bebês e causam ansiedade nas mães, que temem que os homens não sejam capazes de lidar com recém-nascidos. No mundo de hoje não faltam exemplos de homens que cuidam de bebês sozinhos. Pais e mães aprendem a atuar como tal no dia-a-dia, pela vivência e pelo contato com as crianças. Se dedicar tempo para seu filho, você naturalmente aprenderá a reconhecer as necessidades dele.

Mito 4: Homens que se dedicam aos filhos não estão bem na carreira

Muitos homens cresceram com o conceito de que seu valor era basicamente medido pelo trabalho. Mas essa verdade, que já foi absoluta, começa a mudar, e alguns homens estão trocando as conquistas profissionais por mais tempo com a família, por enxergar aí a fonte de sua satisfação pessoal, e não porque simplesmente suas carreiras já não iam bem mesmo. Hoje em dia, mais homens do que nunca sentem que ser bons pais é uma conquista significativa por si.

Mito 5: Você está destinado a ser um pai igual ao que teve

Seu próprio pai vai adquirir novos significados quando você se tornar pai. É natural pensar em sua história e acreditar que, por bem ou por mal, seguirá os passos do seu pai. Mas não tem que ser assim. Seu pai é uma das influências sobre o tipo de pai que você será, porém não a única. Pense em todas as pessoas que afetaram sua vida ao longo do tempo, de professores a amigos, tios e irmãos, e crie sua própria identidade paterna.

Basta ver como cada lugar do mundo encara a paternidade de uma forma diferente. Em algumas culturas africanas, por exemplo, "pai" é na verdade um grupo de homens, não um indivíduo. A paternidade é socialmente construída, baseada nas necessidades dos integrantes de um determinado local, em um determinado momento histórico. Foi assim com nossos pais. Para eles, ser bom pai era, acima de tudo, ser bom provedor e não deixar faltar casa, comida e educação para os filhos. Os homens agiam conforme o que parecia ser melhor dadas as demandas sociais e familiares da época.

Você também fará esse tipo de escolha. Procure enxergar a paternidade como um papel a ser desempenhado diariamente, conforme você explora as possibilidades da vida. Pegue as experiências positivas de sua própria família e acrescente novas por conta própria.

Como questionar os mitos da paternidade

1. Reflita sobre como a paternidade está afetando você. Compartilhe impressões com sua parceira e amigos que estão na mesma situação.

2. Pegue, acarinhe, nine e conforte seu recém-nascido desde a hora em que ele nascer.

3. Aprenda a trocar fraldas, dar banhos, alimentar seu filho e ser parte da rotina dele.

4. Pense nas concessões profissionais que está disposto a fazer para ter mais tempo para seu filho. Isso é algo que leva tempo.

5. Aproveite as boas qualidades do seu próprio pai, de professores, amigos e parentes para se espelhar e criar sua identidade paterna. Qualquer pessoa que teve um impacto positivo na sua vida pode ser um modelo a seguir. 

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Depoimento de um Pai


Bom, depois de alguns meses alimentando meu pequeno sítio com matérias que acredito serem relevantes para a vida de um pai, chegou a hora de dar meu depoimento pessoal, afinal, minha princesa esta prestes a enfrentar esse mundo em que vivemos, e vamos concordar, não é algo muito fácil.

Foram noves meses desde a descoberta da gravidez, a princípio o frio na barriga indicava a falta de preparo e o medo de ter tamanha responsabilidade até o fim de nossas vidas. Conforme os meses foram se passando, a tensão aumentava junto com a barriga da minha esposa. Eu sempre me policiei para não demonstrar insegurança ou medo por esse momento, pois acredito que a mãe já tenha muita coisa na cabeça para se preocupar, e, se o pai não passar o mínimo de confiança e fé de que tudo dará certo, de nada terá ajudado para que a mulher tenha o mínimo de confiança de que as coisas realmente irão dar certo.

A vida continuava, e, entre um ultra-som e outro, fui percebendo que tinha tudo para dar certo mesmo, e porque não havia de dar? Vou ter uma filha, tenho uma companheira a qual amo muito, e tenho uma bela família que sempre me apoiou em todas as decisões que tomei ao longo dos meus 31 anos.

Bom, entre comemorações, discussões, chá-de-bebe, e tudo que envolve uma gravidez, tínhamos algumas pendências para acertar antes da chegada da Anne, primeiro, Papai e Mamãe não eram casados. Bom, isso se resolveu simplesmente no dia 14 de novembro do ano passado. Casamos no cartório e depois comemoramos com os meus irmãos que também casaram no mesmo dia no salão de festas do prédio onde mora meu cunhado, diga-se de passagem, mais irmão do que cunhado. A festa foi simples, mas bastante divertida. Bebemos, dançamos, teve depoimento de um bêbado (no caso era eu) e tudo mais. Eu comemorava intensamente esse dia, pois foram nada mais nada menos que 13 anos de namoro (pasmem), isso mesmo, 13 anos. Até que ao final da festa, todos voltaram para os seus respectivos lares, e nós (A Gi e eu), fomos para a casa da minha mãe, pois ainda não tínhamos onde morar. Aquilo de certa forma me incomodou, mas segurei a bronca e como sempre, pensei em Deus e tive fé que logo logo essa situação teria uma solução. Mas a Gi, coitada, caiu em lágrimas desesperada por estar vivendo um momento mágico e ao mesmo tempo uma situação de indefinição sobre onde iríamos viver. Foi onde decidir não descansar na minha merecida semana de licença. Todos foram para a praia, a Gi teve que voltar ao trabalho, e eu.... bem eu, fui a luta, jurei para mim mesmo que naquela semana encontraria minha casa, encontraria o teto que minha filha iria morar e daria a notícia que completaria felicidade da minha agora esposa. Precisei correr, pois meu tempo era muito curto. Com uma carta de consorcio aprovada nas mãos, bati de corretora em corretora visitando todos os tipos de casas possíveis e imagináveis, até que no meu ultimo dia de licença, achei algo que me agradou, e agradou muito. O valor do imóvel estava acima do que tínhamos, mas entre uma negociação e outra, conseguimos bater o martelo num valor razoável para ambos. Bom, depois de um bilhão de papeladas e aprovações tenho orgulho de dizer que, conseguimos, assinamos a escritura da nossa tão sonhada casa.

Um certo dia alguém me disse “Ricardo, fica tranqüilo, tudo vem no seu tempo certo”. E realmente é o que esta acontecendo em nossas vidas, primeiro veio a Anne, que trouxe o tão esperado casamento, e por fim nos abençoou com a nossa casa.

Termino esse depoimento com lágrimas nos olhos, emocionado e com muito orgulho de gritar para o mundo “EU VENCI.....EU VENCI”.

Gi, agradeço por você existir e fazer parte da minha vida, sem você nada pra mim faz sentido. Tenha a certeza que seremos felizes, mais do que já somos, até o final de nossas vidas.

Filha, espero que um dia possa ler esse depoimento, pois aqui resumo muita coisa do bem que você faz pra gente, papai e mamãe te amam muito.

Aos familiares (Denise, André, Flavio, Jucélia, Dona Lourdes, Bruno, Núbia, Vivi, Gilmara), obrigado por tudo, de verdade, sem o apoio e torcida de vocês, tudo seria muito mais difícil.

Minha Mãe: Mami, sua fé realmente move montanhas, com você aprendi a acreditar que realmente existe alguém maior olhando por nós....”ele esta no meio de nós”.Te amo muito.

Meu Pai: Espero ser um terço do que o senhor foi nessa vida, a vontade de trabalhar, a honestidade e simplicidade fazem de você um homem incrível. Obrigado meu Pai, meu Espelho.

Ricardo

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Depressão Infantil



PARECE ABSURDO QUE UMA CRIANÇA POSSA SOFRER COM A DOENÇA, MAS AS TAXAS DE DEPRESSÃO INFANTOJUVENIL VÊM CRESCENDO NO MUNDO TODO


Vão ter fases em que seu filho vai se sentir meio tristonho mesmo. Sentimentos de frustração fazem parte do desenvolvimento infantil e são típicos na infância. Nem sempre é fácil para um adulto entender. Alguns pais acham que o filho está exagerando. Você pode até achar isso mas, ainda assim, seu apoio, sensibilidade e compreensão será fundamental para que o pequeno ultrapasse esta fase e siga em frente em seu desenvolvimento psicológico, social e afetivo.


No entanto, há casos em que essa tristeza comum na infância atinge um patamar mais avançado. Passam-se semanas e, mesmo recebendo carinho e colo dos pais e adultos, a criança ainda apresenta sinais de tristeza atípica, exagerada ou desproporcional. Pode ser que seu filho esteja com depressão. Parece absurdo que uma criança também possa sofrer com essa doença, mas não é. A taxa de depressão infantojuvenil vem crescendo em todo o mundo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Na faixa etária entre seis e 16 anos, por exemplo, ela passou de 4,5% para 8% na última década. Violência urbana, excesso de atividades na agenda diária e falta de espaço e tempo para o lazer são fatores que pioram o quadro.

Apenas um profissional pode diagnosticar casos de depressão, ainda mais em criança. Mas se seu filho anda triste demais, fique alerta. Na dúvida, converse com um psicólogo. Para te ajudar, listamos 10 sinais de depressão infantil e 10 maneiras de os adultos ajudarem as crianças a saírem dessa.

10 sinais de depressão infantil

1- Humor alterado: a criança anda irritada e briga mais do que o de costume
2- Seu filho anda quietinho, brinca menos do que antes e não se interessa mais pelos amigos, brinquedos e atividades.
3- Não prestar atenção nas aulas e queda no rendimento escolar
4- Dificuldades pra dormir ou ter sono o dia todo
5- Pessimismo e conduta de auto-depreciação: acha que tudo o que faz está ruim ou errado.
6- Reclama mais de cansaço ou fica sem energia
7- Queixa-se sempre de dor de barriga, na cabeça ou nas pernas
8- Chora pra ir pra escola ou, uma vez estando lá, pede pra ir embora com frequencia.
9- Emagrece ou engorda demais
10- Voltou a fazer xixi na cama ou coco nas calças



10 maneiras de ajudar seu filho a lidar com a situação

1- Redobre a atenção em momentos de mudanças, separações, mortes ou chegada de um irmãozinho. Fique o mais próximo que puder de seu filho: brinque, converse, ouça-o.
2- Ajude seu filho a se sentir protegido. Se ele está com medo diante de uma mudança ou situações estressantes, deixe claro que você compreende seus sentimentos e que vai ajudá-lo a superar.
3- Pais deprimidos são menos disponíveis e menos atentos às necessidades dos filhos. Cuide de sua saúde mental para estar mais preparado pra cuidar da saúde da criança também.
4- Não deixe sua casa virar um quartel general. Os limites e a educação precisam ser parte de uma relação. Ensine seu filho a se expressar, a negociar, a cumprir com suas promessas e a arcar com as conseqüências.
5- Traga humor e leveza para a sua casa. As relações muito sérias, rabugentas e negativas também deprimem. Saiba rir de seus erros e comemore seus acertos. Lembre que crianças imitam os adultos.
6- Estabeleça uma relação com a professora do seu filho, leia sempre as observações dela e acompanhe de perto como ele se relaciona com os colegas da escola. A criança passa muitas horas do dia na escola e se algo não vai bem ali, com certeza vai refletir no seu humor.
7- Cuidado com expectativas muito altas e pressões demais. Saiba o que esperar de cada fase do desenvolvimento infantil. Se você cobra de seu filho algo que ele ainda não pode lhe dar, isso vai fazê-lo se sentir impotente.
8- Criança precisa de tempo livre: pra brincar ou pra não fazer nada. Entupir a agenda de seu filho com atividades demais vai deixá-lo estressado.
9- Elogie sempre que possível. Os pais precisam mostrar que prestam atenção na criança e reconhecer seu valor, seus acertos e qualidades.
10- Leve seu filho a sério: jamais desvalorize ou ridicularize a forma com que ele encara os problemas, por mais exagerados ou desproporcionais que possa parecer para os adultos.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Vídeo Antigo, mas engraçado

Se fizer isso com minha filhinha vai acontecer a mesma coisa. rsrsrsrs.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Como tudo começa

É dificil definir o que é ser pai, pelo menos pra mim que estou entrando nesse mundo agora.
Vou contar um pouco da minha história para que vocês entendam o porque desse pequeno sítio na internet.
Bom, tudo começou quando conheci a minha noiva e parceira (e que parceira) a 13 anos atrás. Éramos jovens apaixonados sem nenhuma pretensão e sem nenhum planejamento de como seria nosso futuro juntos. Acontece que esse amor por incrível que pareça, aumenta a cada ano que passa e há alguns anos atrás decidimos começar a construir nosso cantinho onde iremos viver juntos, espero que pela vida inteira. Infelizmente essa questão ainda não esta resolvida, por alguns motivos que não vale comentar aqui, pois esse não é o propósito. Enfim, por volta do mês de Abril, descobrimos que seríamos pais. No início tudo parecia meio estranho pra mim, uma mistura de felicidade,imaturidade, falta de preparo e principalmente por não estar estruturado para receber uma criança em nossas vidas. Mas confesso que hoje acredito que foi a melhor coisa que nos aconteceu, não sei explicar, parece que precisávamos de um empurranzinho para que nossa vida definitivamente tomasse uma forma mais consistente.

É isso ai...Bem resumido, mas a história esta contada.

Vamos ao que interessa. O que prentendo conseguir com o Blog Paideprima? Gostaria que esse blog realmente se tornasse um canal para discutirmos tudo relacionado sobre o assunto "SER PAI", com links sobre matérias, dicas e tudo que for relevante.

Vou me despedir desse primeiro Post e fico aberto a qualquer opinião sobre melhorias ok?

Obrigado a todos