domingo, 17 de janeiro de 2010

5 razões para seu filho brincar muito

TODA CRIANÇA TEM DIREITO A BRINCAR, BRINCAR E BRINCAR MAIS UM POUQUINHO. É COMO ELA SE DESCOBRE, DESCOBRE O MUNDO, APRENDE A RESPEITÁ-LO E A RESPEITAR AS PESSOAS QUE MORAM NELE. SE É BRINCADEIRA, LIBERE GERAL. QUER SABER POR QUÊ?




1.Porque é preciso muito pouco para se divertir
Toda criança é capaz de brincar, criar, fantasiar e se divertir com pouco. Muitos adultos acreditam que quanto mais sofisticado for o brinquedo, mais atraente ele será. Pode atrair a atenção dos pequenos, sim, mas repare como uma simples boneca de pano ou um carrinho de madeira rende diversão para um dia todo. É a fantasia presente na brincadeira, e não a tecnologia, que ajuda a criança no seu desenvolvimento.



2.Porque desenvolve a criatividade
Quando seu filho está falando com os bonecos e fazendo de conta que um pedaço de madeira é, na verdade, um enorme cavalo, ele está desenvolvendo sua capacidade simbólica. De quebra, trabalha também seu raciocínio criativo, habilidades visuais, inteligência e coordenação motora. Isso tudo não só brincando de cavalinho, não. O simples “brincar” consegue fazer tudo isso.




3.Porque une pais e filhos
Ao observar uma criança brincando, o adulto pode compreender como ela vê e constrói o mundo, como ela gostaria que as coisas fossem, o que a preocupa e os problemas que a cercam. Se sua filha diz, na brincadeira, que a boneca dela anda muito triste porque está com saudade da mamãe – e você anda trabalhando muito - sua filha pode estar tentando te dizer que está sentindo sua falta. Usando o mote da boneca, está aí uma oportunidade de você bater um papo com sua pequena. E explicar, por exemplo, que a mamãe tem de trabalhar, mas é apaixonada pela filhinha.




4.Porque se aprende a controlar o corpo e a mente
Amarelinha, pula-corda, queimada, futebol, pega-pega... Já parou pra pensar nos múltiplos desafios que seu filho tem de enfrentar para brincar? Primeiro, é preciso respeitar as várias etapas de uma sequência, prestar atenção em seu corpo e em seus movimentos e obedecer às regras. Assim, a memória vai formando padrões e a criança desenvolve a capacidade de prestar atenção.




5.Porque se aprende a viver em sociedade
Brincando, seu filho aprende a preciosa arte de aprender a respeitar o próximo e as regras. Saber perder, esperar sua vez, negociar, defender seu ponto de vista, errar naquilo que queria acertar, ter motivação para recomeçar, buscar uma solução para aquilo que precisa e resolver conflitos são algumas das situações que a criança se depara com uma simples brincadeira. Formará, assim, sua habilidade de se relacionar e viver em sociedade.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Mito ou Verdade?

Mito ou realidade? O quanto a Lua influencia no parto? Uma mudança na fase da lua pode fazer uma criança nascer?



Não existe uma só publicação científica na área da Medicina que comprove a influência da lua nos partos. Entretanto, muitos médicos admitem que há um número maior de nascimentos nos dias de virada ou durante a fase da lua cheia. Uma coincidência inexplicável e quase mística tratada com desdém pela comunidade científica por causa da falta de comprovação.

Mas algo realmente inegável acontece, “uma ligação desconhecida entre a Lua e o nascimento”, concordam os ginecologista e obstetras. Há relatos médicos que dizem que conforme a transição lunar, o número de nascimentos nos hospitais chega a triplicar, fazendo inclusive com que alguns médicos programem o seu trabalho conforme o calendário lunar.

Na tentativa de uma explicação para o fenômeno, alguns profissionais da saúde dizem que, por tradição, os ciclos menstruais da mulher são contados pelo sistema do mês lunar, com apenas 28 dias. A gestação também obedece o mesmo ciclo. Em média, são contados nove ciclos da lua — e não nove meses completos —, desde a fecundação até o momento previsto do parto.

Mesmo ainda sem comprovações sobre a influência da lua sobre o nascimento de bebês, é certo que o satélite é capaz de proporcionar mudanças em elementos da Terra. Os mais visíveis dizem respeito aos elementos fluidos, como a água das marés e os ventos atmosféricos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O que dizem os sonhos

AS HISTÓRIAS QUE SEU FILHO CONTA AO DESPERTAR PODEM REVELAR MUITO SOBRE COMO ANDA A VIDA DELE.

A MATÉRIA ABAIXO ENSINA VOCÊ A INTERPRETAR OS PRINCIPAIS SONHOS DE CRIANÇA.

Seu filho acordou aos prantos porque teve de novo aquele pesadelo ou radiante porque, em seu sonho, ele podia voar e tinha superpoderes. Pois saiba que sonhos e pesadelos têm muito a dizer sobre as crianças. Para Dra. Pam Spurr, autora de “Your Child’s Dreams” (Os sonhos de seu filho, em tradução livre), os sonhos podem ser a chave para os pais entenderem como os filhos estão se sentindo e como têm lidado com questões normais da infância. Estas manifestações do inconsciente estão repletas de simbolismos. Portanto, sim, os sonhos falam! Nem sempre eles significam algo, claro. Às vezes, são apenas um emaranhado de sentimentos.

Para conseguir decifrá-los, fique atento aos detalhes dos relatos. Talvez o cachorro que perseguia seu filho no pesadelo estava usando o uniforme da escola, por exemplo. Com isso, dá pra supor que algo que tenha a ver com a escola esteja afligindo a criança. Veja nas próximas páginas os sonhos e os pesadelos que quase toda criança costuma sonhar. Eles podem ajudar você a entender o que faz seu filho se sentir bem e o que anda causando nele ansiedade, medo ou insegurança.

Decifrando os sonhos
AQUI, OS SONHOS QUE PROVAVELMENTE AINDA VÃO VISITAR O SONO DE SEU FILHO. VEJA O QUE CADA SITUAÇÃO PODE REPRESENTAR NA VIDA DA CRIANÇA.




Voar ou ter superpoderes
Sonho básico na infância. Se seu filho acordou se sentindo bem, uma das interpretações pode ser que ele está passando por um período positivo de crescimento emocional. É como se ele sentisse que pode fazer qualquer coisa mesmo.

Escalar uma montanha alta
A criança provavelmente está lidando com algum desafio, que pode ter a ver com a escola ou com o cotidiano, como aprender a amarrar os sapatos, por exemplo. Fique atenta às emoções: se seu filho adorou ter sonhado com isso, a indicação é que ele está confiante em relação ao desafio.



Fazer algo diante de uma platéia
Segundo Dra. Pam Spurr, este sonho pode simbolizar que a criança está num processo de integração do grupo, algo comum na infância. Se seu filho mandou bem ao apresentar algo diante desta platéia, sinal de que ele está se adaptando ao novo grupo.


Decifrando os pesadelos

OS PESADELOS PODEM INDICAR QUE SEU FILHO NÃO ESTÁ LIDANDO BEM COM ALGO QUE ESTEJA ACONTECENDO NA SUA VIDA. NÃO É UMA REGRA, CLARO, MAS É UMA BOA OPORTUNIDADE DE OS PAIS BATEREM UM PAPO COM A CRIANÇA.


Animais ferozes prontos para atacar
É comum criança sonhar com leões, tigres ou lobos ameaçando-os. Isso pode indicar uma ansiedade um pouco mais específica: talvez seu filho esteja aborrecido com algo na escola que esteja de fato ameaçando-o. Pode ser até mesmo um colega que esteja atormentando-o. Neste caso, o colega toma forma de um animal no pesadelo.



Monstros e fantasmas
Pesadelos assim não são tão específicos. Eles podem indicar sentimentos como timidez ou medo, que são difíceis de seu filho descrever. Mais uma vez, fique atenta aos detalhes que podem indicar em qual “área” da vida este temos está relacionado. Assim, você pode bater um papo com seu filho.



Ficar perdido em algum lugar desconhecido
Adivinha? Talvez seu filho esteja mesmo perdido. Não no sentido literal da palavra, mas em relação a alguma situação, sem saber como agir. Pense em algo que a criança esteja enfrentando. Se for a separação dos pais, por exemplo, o pesadelo pode estar dizendo que a criança não sabe como mostrar o amor para o pai e para a mãe da mesma forma. Pode ser algo na escola também, como dificuldade com alguma lição







segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Pai em nova versão

FOI-SE O TEMPO EM QUE O HOMEM TRAZIA O DINHEIRO E A MULHER CUIDAVA DA CASA. OS PAIS DE HOJE ESTÃO MAIS “FAMÍLIA” E DISPOSTOS A AJUDAR


Eles estão mais presentes em casa e até mais dispostos a ajudar nas tarefas domésticas. Notou essa mudança na sua casa também? Se a resposta é sim, então sua família condiz com resultado de uma pesquisa recente feita pela agência de casamento Par Ideal, de Curitiba, referente ao novo perfil das famílias brasileiras.

Segundo as respostas dos homens cadastrados à procura de uma parceira, 98,3% afirmam que estão dispostos a ajudar na educação dos filhos. E 93,7% garantem que ajudariam em casa sem o menor problema. Já os homens mais velhos, principalmente entre 51 e 60 anos, não estão tão aptos a dar uma mãozinha: 16% deles não querem saber dos afazeres do lar e 27% não concordam em arcar com as despesas financeiras em relação à educação dos filhos. O motivo ainda não se sabe, talvez porque seja difícil modificar antigos costumes...

Quando o assunto é filho e casa, dividir igualmente as responsabilidades entre pai e mãe está virando moda. Nos EUA, por exemplo, Marc e Amy, um casal com 2 filhos, criaram até um site para difundir a ideia – que eles levam muito a sério - de Divisão Igualitária de Tarefas (
equallysharedparenting.com). Se você se dá bem com língua inglesa, vale a pena dar um pulo lá para entender como funciona o raciocínio dos dois. Com eles, não tem essa de homem é o responsável pelo ganha-pão e a mulher pela casa. Os afazeres domésticos são divididos ao meio, de maneira justa, e colocados inclusive em uma tabelinha (que está disponível no site, se você quiser tentar...), onde cada um marca o que tem de fazer ao longo do dia ou da semana.

A ideia é ótima e a gente espera que ela vire moda logo nas bandas de cá. Pelo que indica a pesquisa feita pelo ParIdeal, estamos caminhando nesse sentido. Claro que o questionário foi feito com homens solteiros, à procura de um par ideal. Ainda que na prática esses números mudem um pouco, os homens não estão vendo com olhos de espanto ter de trocar fralda, fazer comida e lavar louça.
Isso já é uma baita vitória...



terça-feira, 24 de novembro de 2009

5 Sentidos

SEU BEBÊ PRECISA SE ACOSTUMAR À VIDA AQUI FORA. MAS, NOS TRÊS PRIMEIROS MESES, ESSA TRANSIÇÃO DEVE SER SUAVE, QUASE UM PROLONGAMENTO DA GESTAÇÃO. USE OS CINCO SENTIDOS DO SEU FILHO PARA AJUDÁ-LO A SE ADAPTAR


Você já planejou tudo para garantir que seu bebê se sinta em casa assim que chegar da maternidade. Mas... por que será que o sujeito está tão mal-humorado? Chora a noite toda e não deixa você dormir. Pois é: nos últimos nove meses, seu bebê esteve abrigado nas profundezas do seu útero, tendo como música ambiente os sons do corpo materno. Então, não é tão difícil entender por que ele não se sente aconchegado nesse vasto mundão em que foi, de repente, atirado.

O melhor que você tem a fazer para mantê-lo mais calmo é lembrá-lo de como era a vida na barriga. "Pense nos três primeiros meses de vida do bebê como o quarto trimestre da gestação", diz o pediatra Harvey Karp, pai de Lexi, autor do livro O Bebê Mais Feliz do Pedaço. Por quê? Reproduzir o que ele ouvia e via e os cheiros, sabores, texturas e temperaturas que sentia dentro do útero pode ajudar a acalmá-lo e a se sentir são e salvo – assim, ele vai chorar menos e dormir melhor (oba!).


Acalme-o pelo tato
O berço do seu filho parece um galpão comparado com a confortável quitinete do qual ele foi recentemente expulso. Como as coisas eram apertadinhas no útero, o bebê estava acostumado ao estímulo tátil permanente. “A transição do útero para o mundo fica mais fácil se o bebê é lembrado desse embrulho”, diz o pediatra Harry Zehnwirth, criador do Sounds for Silence Baby Settling Program (Sons para o Silêncio – Programa para Acalmar Bebês).

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Tira, tira! Uma maneira de recriar a sensação física que o bebê tinha no útero é tirar a blusa e segurá-lo de encontro ao peito. Encoraje o pai a também tirar a camisa.
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Banque a massagista. Massageie seu bebê, suavemente, por cerca de 10 minutos diariamente. Ele vai dormir melhor.
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Chupeta nele. Sugar – coisa que muitos fetos já fazem no útero – é calmante para os recém-nascidos. O movimento rítmico de sugar a chupeta pode fazer maravilhas para um bebê inconsolável. E para os ouvidos da mãe, claro.

Acalme-o pelo olfato
Pesquisadores chegaram à conclusão de que o feto tem noção de odores, pois toda criança consegue reconhecer sua mãe pelo cheiro imediatamente após nascer. Se você oferecer para um bebê de um dia, que nunca mamou no peito da mãe, dois protetores de seio – um embebido no leite da mãe, e outro, no leite de uma mulher estranha, ele vai se virar para aquele que tem o leite da mãe.

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Perfume natural. O seu cheiro não só é reconhecível – é o melhor calmante que existe. Emprestar seu cheirinho a objetos que ficam perto de seu filho é uma boa maneira de acalmá-lo. Esfregue uma fraldinha de pano por dentro do sutiã e coloque perto do bebê quando ele estiver dormindo. (Lembre-se de que, antes dos seis meses, o risco de asfixia é maior. Fique por perto).
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Não abuse de perfumes. Cheiros muito fortes, que não chegavam até o bebê pelo líquido amniótico – como o aroma de produtos de casa, banho e higiene –, podem irritar o olfato de um recém-nascido. É bom dar um descanso para seu perfume também, mesmo que você o tenha usado na gravidez.

Acalme-o pela audição
Se você anda na ponta dos pés desde que saiu da maternidade, pode parar. Não é o silêncio que vai acalmar seu bebê. A falta de barulho é algo estranho para ele. O primeiro sentido que um embrião desenvolve é a audição, por volta de nove semanas. Na barriga, o bebê ouvia os sons do corpo da mãe. Além disso, todo barulho de fora acaba fazendo parte da sinfonia que rola dentro do útero.

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Faça barulho. O jeito mais fácil de você reproduzir a “música ambiente” do útero é fazer o clássico “shhh”. E pode fazer bem alto: “O barulho que o bebê escuta dentro do útero é mais forte que o de um aspirador”, de acordo com o dr. Karp. Tente chegar perto do volume do choro do bebê.
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Converse com seu bebê. Seu bebê ouvia a sua voz antes de nascer. Falar com seu filho vai acalmá-lo. Também leia em voz alta. Recém-nascidos podem reconhecer uma história que você contou muitas vezes durante a gravidez. Neste caso, fale devagar e baixinho.
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Sobe som. Pode parecer estranho ninar seu filho com Strokes. Mas, se você ouvia na gravidez, será um bom calmante.

Acalme-o pela visão
A visão começa a se desenvolver por volta de 26 semanas de gravidez. Com poucos dias de vida, o bebê distingue entre a imagem de sua mãe e a de um estranho.

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Ajuste a luz. No útero, seu filho conseguia perceber um pouco da luz de fora, sim. Uma luz bem suave pode acalmá-lo. Coloque uma luz noturna conectada à tomada.
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Mostre seu rosto. Seu rosto deixa o bebê aliviado, pois está associado com o cheiro e com a voz que ele conhece desde a barriga. Pode ser difícil olhar nos olhos de uma criança no maior berreiro, mas respire, aproxime-se dela e fale com voz calma.
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Deixe a luz entrar. Como assim, seu filho não percebe que madrugada é hora de dormir? Não o culpe, tem explicação. Na barriga, dia e noite eram a mesma coisa para ele, explica o dr. Karp. “Se você quer organizar o ritmo das sonecas do bebê, exponha-o à luz. A solução do médico para corrigir bebê que fica ligadão à noite é dar umas voltinhas com ele durante o dia, no carrinho.

Acalme-o pelo paladar
No útero, o bebê podia experimentar os alimentos que você consumia via líquido amniótico. Depois, ao ser amamentado, o bebê pode ter preferências pelo sabor dos alimentos que passam pelo leite da mãe.

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Vá com calma. Dê mais um tempo para voltar a consumir aquele roquefort proibido pelo médico durante a gravidez. Alimentos muito diferentes causam estranhamento para o seu pequeno.
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Coma bem. Mantenha a dieta que fazia durante a gravidez. “Tem gente que diz para evitar alho enquanto se amamenta, mas alguns bebês até preferem, pois é com o que estão acostumados”, diz o dr. Karp.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

10 mandamentos para criar filho único

POR UM LADO, ELE TERÁ ATENÇÃO EXCLUSIVA DA FAMÍLIA. POR OUTRO, NÃO TERÁ MUITAS OPORTUNIDADES DE APRENDER A DIVIDIR O QUE TEM COM UM IRMÃO. PAIS EXPERIENTES, EDUCADORES E PSICÓLOGOS ENSINAM MANEIRAS DE CRIAR UM PEQUENO PRÍNCIPE E NÃO UM TIRANO MIMADO

























1. Se ter apenas um filho for uma opção, é bom deixar claro para ele. Isso pode evitar chantagens sentimentais. Não sendo uma decisão do casal, não cometer o erro de sentir culpa por não ter tentado com mais afinco ter outros filhos. Geralmente, isso leva os pais a procurarem compensar o "coitadinho", fazendo as vontades e não estabelecendo limites. Pais que decidiram ter filho único são mais realistas e tranquilos, porque sentem que fizeram a escolha certa.

2. Uma criança que se sente valorizada demais pelos pais, ou que recebe excesso de atenção, pode crescer achando que o mundo lhe deve alguma coisa. Resultado: sofre mais com as inevitáveis decepções.

3. Como filhos únicos são precoces, costumam achar crianças da mesma idade bobinhas para o seu gosto. Isso ocorre, em geral, aos 7 ou 8 anos e é mais do que recomendável incentivá-los a conviver e interagir com colegas um pouco mais velhos, em vez de só fazerem programas de adulto.

4. Quando não há irmãos, a criança pode ficar dependente demais dos pais para tudo, da ajuda com o dever de casa às brincadeiras. Ela precisa aprender a se virar sozinha, pois o pai e a mãe não estarão sempre dispostos e/ou disponíveis.

5. Querer dar a seu filho o que você não teve não é nenhum pecado. Mas providenciar o que ele quer segundos depois de manifestar o desejo é acostumá-lo mal. Numa família com mais crianças, cada uma tem de aprender a esperar sua vez. E aprender a esperar é uma lição vital.

6. Seu filho único é o único filho que você tem, não a segunda chance dos pais de realizarem um sonho pessoal, tipo tornar-se uma bailarina clássica ou um craque de futebol. Se a criança perceber que esperam alguma coisa dela (e geralmente percebe), vai se esforçar para atingir um objetivo que pode não ser o que realmente quer na vida.

7. Filhos únicos tendem a ser perfeccionistas, um mal que costumam compartilhar com primogênitos de famílias mais numerosas. Até aí, nada de mal, desde que os pais segurem o impulso de dar um jeitinho extra na arrumação que ele próprio fez da cama ou dos brinquedos. Não se deve esquecer que o melhor possível para uma criança não tem nada a ver com o melhor possível para um adulto.

8. Irmãos implicam uns com os outros e essa é uma boa maneira de aprenderem a se defender melhor. Quem não tem essa experiência pode desenvolver uma sensibilidade exagerada às pequenas maldades que as crianças fazem entre si naturalmente e se magoar com mais facilidade. É importante os pais ficarem atentos para situações assim e explicarem que essas coisas costumam acontecer mesmo e não têm nada demais.

9. Os pais devem aceitar o fato de que seu filho único vai se machucar um pouco. Se isso não acontecer, nunca vai crescer. Deixe-o experimentar alguma adversidade, por mais duro que seja. Vai doer mais em você do que nele, pode acreditar. O que ele mais precisa é do seu tempo e da sua coragem para virar as costas e deixá-lo respirar.

10. Não é possível nem razoável dar tudo para uma criança, única ou não. Não há nada mais prazeroso para qualquer pessoa do que o sabor da conquista. O que vai definir se ela é feliz ou triste é a convivência harmoniosa na família, a boa educação (o que nada substitui) e o apoio dos pais, que não significa apenas passar a mão na cabeça, mas saber dar uma boa bronca quando for preciso. Tudo isso pode ser resumido numa regra simples: para seu Pequeno Príncipe ser feliz, se sentir amado e aprender a amar vivendo no mundinho particular dele, deve saber, sem sombra de dúvida, que tem sinal verde e incentivo para voar alto, mas sem ultrapassar certos limites, importantes para toda criança.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O que um cigarro pode causar ao seu bebê

SÓ DE A GRÁVIDA FICAR PERTO DE ALGUÉM QUE FUMA, O FETO JÁ PODE SER PREJUDICADO. VEJA ABAIXO CINCO RAZÕES PRA VOCÊ FICAR BEM LONGE DE CIGARRO

* Acelera o coração do bebê
Um cigarro fumado é capaz de acelerar, em minutos, os batimentos cardíacos do feto, em razão do efeito da nicotina sobre o aparelho cardiovascular.




* Transmite substâncias tóxicas
O ambiente poluído pela fumaça faz com que o organismo de uma grávida não-fumante absorva as substâncias tóxicas, passando-as para o feto por via sanguínea.



* Contamina o leite materno
Durante a amamentação, a nicotina passa pelo leite e é absorvida pela criança que, ao ingeri-la pode apresentar agitação, vômitos, diarreia e taquicardia



* Reduz fertilidade do filho
Mulheres grávidas que fumam reduzem a fertilidade do filho, caso ele seja menino, sugere pesquisa realizada pela Universidade de Aberdeen, da Escócia.



* Aumenta chances de aborto
O cigarro prejudica a vascularização do útero, fazendo com que a chance de aborto seja de duas a três vezes maior do que numa gravidez onde a mulher não fuma.